Domingo, 12 de Julho de 2009

Guerra Colonial - Embarque de Tropas

Para que conste e faça fé...
e que a memória não esqueça
os anos do terror e da guerra,
as imagens dos primeiros embarques
de Tropas Portuguesas para Angola.
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http://www.youtube.com/watch?v=1GiOnSVJSY8

Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Monumento aos Combatentes

Em memória dos Combatentes mortos no ultramar - guerra colonial, foi inaugurado um Monumento na cidade de Ermsinde, concelho de Valongo. Por iniciativa da Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra e obra da Câmara Municipal de Valongo (o presidente Dr. Fernando Melo foi também combatente), a inauguração foi no dia 30 de Maio de 2009.
Entre os dias 23 e 30 de Maio, decorreu uma Exposição Fotográfica no Forum Cultural de Ermesinde, tendo encerrado no dia 30 com uma Conferência sobre o tema da Guerrra Colonial.
O tempo vai passando, mas as memórias dos tempos da guerra não esmorecem... e os Combatentes merecem ser recordados.

video

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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

GUERRA COLONIAL/ULTRAMAR - EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

Está a decorrer até dia 3o de Maio, encerrando com uma conferência sobre o tema, até às 17 horas de Sábado.

Local: Forum Cultural de Ermesinde
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Inauguração do Monumento aos Combatentes do Ultramar/Guerra Colonial

Missa na igreja de Ermesinde: 10Hoo

Cerimónia de inauguração: 11H00
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TODOS À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

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DIA 3 de Junho, pelas 15H00 entrará em análise, pelos Deputados da AR,
a petição sobre O REGRESSO DOS MORTOS E ABANDONADOS EM ÁFRICA.


Os combatentes que poderem estar presentes nas Galerias da AR, deverão dirigir-se lá.


Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

RESGATAR os mortos - Petição entregue na AR


Com vista ao resgate dos combatentes mortos e abandonados em terras africanas, o grupo de trabalho do Movimento Cívico de Antigos Combatentes entregou ontem, na Assembleia da República, o DOSSIER com mais de 12.000 assinaturas e um plano de trabalho.
Estaremos atentos ao desenrolar dos trabalhos na AR.

O grupo de trabalho do MCAC com o Presidente e outros membros da AR



Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Natal na Guerra Colonial

BOAS FESTAS
aos Companheiros da jornada africana.
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O Natal dos tempos da guerra,
marcou as emoções dos soldados
que estavam longe da sua terra
com a saudade partida em bocados.

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O Natal na Guerra Colonial

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Só para não esquecer que houve uma guerra que marcou a vida de mais de um milhão de bons Portugueses, os quais sofreram os efeitos da ausência dos familiares e amigos na época do Natal, aqui deixo algumas imagens com MENSAGENS via RTP. BOAS FESTAS a todos vós, companheiros de jornada.
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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Vontade do Mar - Guerra colonial

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Quando no isolamento do mato nos era permitido sonhar, o mar simbolizava o caminho para o regresso à pátria lusa.

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Domingo, 2 de Novembro de 2008

Dia de Finados - Lembrar os abandonados

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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

Guerra Colonial - Resgatar os mortos

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Muitos anos passados desde o fim da guerra...
mas os tormentos não acabam enquanto
não forem resgatados os restos mortais
de todos os nossos companheiros
que perderam a vida nas campanhas africanas.
É um dever patriótico que o Estado-nação,
a que chamamos Pátria, já deveria ter cumprido.
Os antigos Combatentes não vão ficar quedos
enquanto os seus irmãos de infortúnio permanecerem
em sepulturas espalhadas pelo sertão africano.
Este vídeo é mais um alerta aos desatentos...
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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

Guerra Colonial - Homenagem

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TEMPOS QUE NÃO ESQUECEMOS
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Qualquer mancebo fardado
que embarcasse no navio,
tinha o destino traçado:
o perigo era um desafio!
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Enquanto marchava na picada
ou nos trilhos das matas,
ficava com a pele marcada
até regressar às camaratas.
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Se apanhava um tiro certeiro
na tragédia duma emboscada,
nem sempre tinha enfermeiro
para tapar a pele furada.
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O socorro tardava a chegar
porque o oficial das operações
andava com os coronéis a caçar
usando o heli das evacuações.
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Quantos mortos abandonados
por causas mal percebidas,
quantos feridos amortalhados
por não serem curadas as feridas.
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Para que as memórias não esmoreçam
a bondade da nossa juventude,
reclamo aos vivos que não esqueçam
estas imagens de solicitude.
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Domingo, 24 de Agosto de 2008

Moçambique 4 - Ilha de Moçambique, ponte

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A pacatez das crianças moçambicanas
contrasta com o movimento
dos transeuntes estranhos.

Aqui vemos trabalho, ouvimos música,
percebemos a dimensão do desenvolvimento
da língua lusa e o apego das pessoas à terra.
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2008

Moçambique 2 - Costa do Sol

VISITA À COSTA DO SOL


Para quem teve o previlégio de se banhar nas águas da Costa do Sol e saborear o marisco fresco acompanhado com uma 2M, jamais poderia esquecer estes locais paradisíacos.


*Video:


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Moçambique 3 - Ilha de Moçambique

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MEMÓRIAS de SEMPRE
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Estar na Ilha de Moçambique é sentir a presença dos navegadores portugueses de outrora. As pessoas falam português com a mesma facilidade dos naturais da Pátria lusa. Existem muitos indícios da passagem dos portugueses por estas terras do Índico. O peixe e o cabrito dão para saborear a comida à portuguesa. As autoridades locais tiveram o cuidado de apresentar o seu folclore com o colorido das festas grandes.
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Viagem a Moçambique 1 - Maputo



VIAGEM DAS COINCIDÊNCIAS
Um numeroso grupo de antigos combatentes em Moçambique, resolveu organizar uma viagem às terras por onde passou os dias da sua juventude - tempos de guerra, de angústias, de sofrimento misturado com momentos de alegria e de tristeza.
Juntamente com os Pára-quedistas do BCP32, sediado em Nacala, foi o ex-capelão do AB5 e família, mais três ex-combatentes do Exército. Inscreveram-se mais de 100, acabando por fazer a viagem 97 elementos.
Aeroporto de Lisboa

Por coincidência, nas datas marcadas para a viagem, estava prevista a tomada de posse do Governo eleito em finais de 2004, bem como a sucessão do Presidente Guebuza ao então Presidente de Moçambique, Joaquim Chissano. Na sequência de instruções dadas pelo Senhor Embaixador ao "grupo organizador", não seria aconselhável realizar aquela viagem em datas de movimentação política tão importante. Já que se tratava de um grande número de "viajantes", manifestavam interesse que fossem recebidos por representates de alguns organismos do Estado Moçambicano.
O José Praia deu música, durante a espera

Ao início da noite de 19 de Janeiro de 2005, os 97 "turistas" juntaram-se no Aeroporto de Lisboa, tendo recebido a notícia de que os Passaportes não tinham os vistos para a viagem. O representante da Embaixada de Moçambique aconselhou a que se adiasse a viagem; com telefonemas para o Gabinete da Presidência da República, para Secretários de Estado Moçambicanos, para o Presidente da Associação Portugal-Moçambique e contactos com os Delegados das Linhas Aéreas de Moçambique e TAP, lá veio a autorização para embarcar sem os "VISTOS". Estes foram dados no Aeroporto de Maputo. Cerca de 100 passageiros a ficar em terra, era um prejuízo considerável - o bom-senso acabou por prevalecescer.

A caminho de Moçambique

Qual não foi o espanto dos "organizadores" ao saberem que as coincidências eram mais que muitas, para justificar as cautelas das autoridades. Mais de quarenta antigos Pára-quedistas portugueses fazem parte da segurança dos elementos da RENAMO; o Hotel Tivoli, onde nos alojamos, tinha um andar a servir de "quartel-general" da RENAMO; nenhum grupo de antigos combatentes a visitar Moçambique tinha mais de 30 elementos; a data da tomada de posse do novo Presidente da República coincidia com os ùltimos três dias que estaríamos em Maputo.

As imagens que vamos postar no Blogue são a expressão clara de quanto os Moçambicanos gostam dos Portugueses de bem. A língua portuguesa está muito mais viva entre as populações do que no "nosso tempo". O Presidente Joaquim Chissano foi o grande defensor da língua lusa, criando escolas em todas as localidades de Moçambique.

Muito do que era dos portugueses foi adquirido pelos asiáticos, cuja gestão comercial e administrativa não agrada a muitos moçambicanos. Mas sente-se o cheiro da comida portuguesa por todos os lados. Os portugueses têm os melhores Restaurantes, estando também no turismo, comércio e construção.
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Guerra Colonial - O Inferno das Minas

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Nas zonas de guerra, qualquer deslocação era extremamente perigoso, devido às "minas" que o inimigo instalava nas "picadas".
A detonação dos engenhos explosivos era uma tragédia que esfacelava os corpos, deixando-os desfeitos ou cravados de estilhaços. Os sobreviventes ficaram com as marcas físicas e psíquicas para o resto das suas vidas.
Quantas angústias, quantos mortos, quantos estropiados, quantos dias de carências sem o reabastecimento, quantos milhares de quilómetros percorridos na "picagem", por causa do flagelo das "MINAS".
Para que as memórias não esqueçam que houve uma guerra que afectou a vida dos jovens duma geração de gente boa, apresentamos uma amostragem dos estragos materiais resultantes do rebentamento de "minas".
Os Combatentes não esquecem... porque estiveram lá.

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Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Guerra do Ultramar - Heróis de Nambude

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..........DESTEMIDOS
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Sem respeito pela nossa velhice
os turras disparam potentes granadas
sem pensarem que foi grande tolice
deixarem-nos as camas espatifadas.
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Aumentaram o terror e o medo
nas trincheiras já cavadas
sem saberem que o segredo
é ter as sentinelas bem alertadas.
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As cenas de maior terror
dos soldados amedrontados
foi quando viram o estupor
que lhes mandou as morteiradas.
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O seu infortúnio foi triste
com tantos corpos caídos...
recompensa da tropa que resiste
à bravura dos destemidos.

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In "Rumos Divergentes"
de Joaquim Coelho
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Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

Guerra Colonial - momentos

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Homenagem aos valentes
que combateram na guerra colonial.
Reavivar as memórias é reafirmar
que há valores bem vivos
pelos quais vale a pena lutar:
uma Pátria onde a liberdade,
a educação e a justiça social
sejam a base da dignidade humana.
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Se há generais capados,
a culpa não é dos soldados...
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Os Combatentes merecem respeito
e reparação das suas maselas...
Os mortos merecem ser honrados
mesmo os que ficaram abandonados.
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Resgatar os mortos abandonados...

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É um dever honrar os mortos...
é um compromisso de sangue
resgatar os restos mortais
dos combatentes que ficaram abandonados
em campas espalhadas pelas terras africanas.
Só depois do seu regresso à Pátria
sossegaremos as nossas memórias
e o sofrimento de muitas famílias.
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Terça-feira, 3 de Junho de 2008

Memórias 12 = Os presos de Omar-Moçambique

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A desorganmização de comando
apanhou os combatentes honestos
numa cilada inqualificável...
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